sexta-feira, fevereiro 26, 2010

A não perder em Portimão...

FESTIVAL AS CIDADES INVISÍVEIS – PONTES DE ISTAMBUL


2010-03-14 a 2010-03-27

A 2ª edição do Festival Cidades Invisíveis, terá como tema a cidade de Istambul que, numa das suas errância mediterrânicas, o viajante Manuel Teixeira Gomes classificou como “confusa, única e nunca descrita Constantinopla”, situada no “coração do mundo”. Um festival de natureza transdisciplinar em que, tomando como tema a cidade do escritor Orhan Pamuk, propõe-se uma programação de música tradicional e contemporânea, dança, teatro, cinema e, como não podia deixar de ser, literatura.

• Exposição de Litografias – Homenagem a Istambul

14 a 27 de Março
Sala de Exposições


• Oficina de Contos e Construção de Marionetas

Conta-me um Turco – Oficina com Manuela Pedroso e Susana Medeiros

14 de Março
16h00 - Sala de Ensaios


• Música
Istanbul Oriental Ensamble

14 de Março
21H30 - Grande Auditório Nuno Mergulhão


• Cinema
Ciclo de Cinema: Travelling Istanbul

Pequeno Auditório
Entrada Livre


• Dança │ Pontes de Istambul: Dervish

18 de Março │ 21H30 - Grande Auditório Nuno Mergulhão


• 15 a 17 Março
Workshop de Dança Derviche

19h00-21h00 - Sala de Ensaios


• Música │ Homenagem a Istambul – Sema e Ensemble

19 de Março │ 23H00 - Café Concerto


• Literatura │ Comunidade de leitores

Istambul de Orhan Pamuk com Alexandra Lucas Coelho

20 de Março │ 17H00 - Café Concerto


• Poesia – Música │ O Carteiro – a partir de poemas de Nâzim Hikmet

GAVETA – Associação Cultural e Pesquisa Teatral

20 de Março │ 22h00 - Café Concerto


• Comemorações do Dia Mundial do Teatro
Histanbul

ŐVŰL AVKIRAN e MUSTAFA AVKIRAN

27 de Março │ 21H30 - Grande Auditório Nuno Mergulhão


TEMPO – Teatro Municipal de Portimão

[TEMPO]. www.teatromunicipaldeportimao.pt/

terça-feira, janeiro 19, 2010

A Estrada...



Após uma terrível catástrofe que arrasou todo o planeta, um pai (Viggo Mortensen) e um filho (Smit-McPhee) tentam sobreviver à destruição. Eles, tal como milhares de sobreviventes, perderam tudo o que tinham, e agora, fazem um percurso sem rumo pela América, por uma estrada seca e árida onde apenas encontram miséria e sofrimento humano. Essa jornada de sobrevivência vai transformar cada um dos intervenientes e só o amor abnegado lhes poderá dar algum conforto.
Um drama realizado por John Hillcoat, adaptado do best seller A Estrada, de Cormac Mccarthy, vencedor do Prémio Pulitzer de 2007.

Fonte: Cinecartaz


A temática deste filme está bastante actual, tendo em linha de conta a situação dramática que ocorre no Haiti, e nos é dado a ver pelas imagens dos telejornais. Em jeito de resumo, uma luta pela sobrevivência, salve-se quem puder.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Auto-Ajuda...


Sinopse

Um convite para nos tornarmos escritores mais criativos e leitores mais atentos. Escrito com paixão, humor e sabedoria, este livro irá inspirar todos os escritores e os amantes da leitura. Um conselho para todos os escritores: Leiam imediatamente este livro!
Muito antes de existirem licenciaturas e workshops de escrita criativa, como aprendia a escrever quem aspirava a tornar-se num escritor? Essencialmente, lendo as obras dos seus antecessores e contemporâneos. Em Ler como Um Escritor, Francine Prose apresenta algumas das ferramentas e truques usados pelos grandes romancistas, como Dostoievski, Flaubert, Kafka ou Dickens, entre muitos outros.
Francine Prose defende que a leitura deve ser lenta e minuciosa. Recorrendo a inúmeros excertos de obras dos seus escritores favoritos, selecciona as palavras, as frases e os parágrafos que transfiguram a linguagem em estilo e que, por isso, devem ser lidos - e saboreados - sem pressa. Como romancista, a autora aprendeu a escrever através da prática, do trabalho árduo, das provações e erros repetidos, do sucesso e insucesso e dos livros que admira.
Escrito com paixão, humor e sabedoria, Ler como Um Escritor inspira os leitores a encarem a leitura com um novo olhar e ajuda leitores apaixonados e potenciais escritores a entenderem como um escritor lê.

Fonte: Wook

terça-feira, dezembro 29, 2009

quarta-feira, dezembro 16, 2009

What a feeling..


Começo a sentir-me aos poucos adaptado ao Algarve, os primeiros dias foram terríveis. Dei comigo a pensar na minha decisão e a ver que que as coisas não eram tão simples assim. Há agora um processo de construção em andamento. Mas, está tudo a correr bem, e daqui a uns tempos as minhas raízes voltarão a ganhar profundidade e este novo momento será encarado de forma bastante positiva, acho que é motivante este leque de experiências que me acompanham. Acho piada, estou a gostar daquilo que me aparece pela frente neste novo desafio.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Ágora...


Um filme muito fraquito, desilusão brutal. Basicamente, um argumento muito simples. Fraco, muito fraco. *

sábado, dezembro 12, 2009

NEW YORK CITY 2009...



Foi um ano muito bom, com passagem por terras de sua majestade e terras do Tio Sam. Já estou a pensar em futuras viagens, que serão fora do âmbito anglo-saxónico, por destinos errantes, aí vou eu.

terça-feira, novembro 24, 2009

Back to Allgarve...

Depois de onze anos em Lisboa, estou de volta ao Algarve. Aparentemente uma mudança brusca, mas trata-se de uma nova experiência, que me agrada bastante. De qualquer maneira, andarei por Lisboa sempre que possível. Até lá, vou estar pela bela cidade de Silves.

quarta-feira, outubro 21, 2009

DocLisboa 2009...


Tenho estado a acompanhar o festival DocLisboa, em particular os filmes sobre o Irão. Para além de ter sido arrasado com o fantástico "No one knows about Persian cats", hoje, mais um documentário excelente, " Letters to the President". O Doc é um grande exemplo de um bom festival, estou fã, e quero ver mais algumas coisitas até dia 25, final do Doc.
...

[doclisboa]. www.doclisboa.org

sábado, outubro 17, 2009

Caos...

Ardem carros de polícia na minha rua. um principio de revolução, depois de ver as últimas atitudes da policia no bairro alto, nada disto me surpreende. são precisas alternativas ao bairro alto, novos espaços onde apeteça estar. Lisboa está a tornar-se claustrofóbica, abrir a cidade à população que quer viver Lisboa.

Esplanadas de Lisboa...


Uma bela esplanada, no Palácio Galveias. Um sitio muito tranquilo, num belo jardim.

segunda-feira, outubro 12, 2009

O que ando a ouvir...


Não me canso de ouvir, Tom Jobim; aproveitando esta magnifica colecção do Público, que celebra os 50 anos da Bossa Nova.