A imaginação é a memória que enlouqueceu.
Mia Couto
quinta-feira, junho 26, 2008
quarta-feira, junho 25, 2008
Ando a ouvir...
sexta-feira, junho 06, 2008
Feira do Livro 2008

Passados alguns dias de feira, estou a gostar imenso desta experiência. Actualmente já tenho um mestrado em atendimento ao público, depois de uma ligeira análise, já consigo identificar a faixa etária de pessoas que são extremamente chatas, os reformados, meu deus, eles não ouvem nada, não veem nada, é preciso uma paciência do tamanho da china. O contacto com os feirantes também tem sido agradável, tenho feito um pouco de tudo, desde de burro de carga, a relações públicas, enfim, tenho dado a cara, sentindo o peso da responsabilidade. Mas tem corrido tudo bem. Após uma observação à feira, constatei que o grupo Leya, são especialistas em esperteza saloia, aproveitando toda esta polémica antes do início da feira como uma manobra de marketing, publicidade gratuita em todos os orgãos de comunicação. Enfim eles lá estão, confesso que fiquei decepcionado com o espaço Leya, os pavilhões não tem piada nenhuma, e tudo aquilo é tipo supermercado, se eles se mantivessem nas tradicionais barraquinhas que são muito mais engraçadas que aquela porcaria, certamente venderiam muito mais. A ver vamos como será a feira de 2009, promete-se muita inovação, e grandes transformações.
quarta-feira, maio 28, 2008
...
"A fala foi dada ao homem/rei dos outros animais", dizia-se numa poesia que havia no meu livro da 4ª classe.
Mas isso foi na pré-história.
Hoje a fala é uma espécie em vias de extinção. Com sms, chats, e-mails, messenger e outras maravilhas fatais da nossa idade, qualquer dia perdemos o seu uso.
Por isso nada melhor do que reunir os amigos que ainda sabem o valor insubstituível da voz humana e juntarmos-nos todos, e conversamos, e tentarmos ser um bocadinho mais felizes.
Qualquer dia perdemos o uso da fala. São os SMS, os chats, e-mails, messenger e outras maravilhas fatais da nossa idade.
Palavras de Alice Vieira
Mas isso foi na pré-história.
Hoje a fala é uma espécie em vias de extinção. Com sms, chats, e-mails, messenger e outras maravilhas fatais da nossa idade, qualquer dia perdemos o seu uso.
Por isso nada melhor do que reunir os amigos que ainda sabem o valor insubstituível da voz humana e juntarmos-nos todos, e conversamos, e tentarmos ser um bocadinho mais felizes.
Qualquer dia perdemos o uso da fala. São os SMS, os chats, e-mails, messenger e outras maravilhas fatais da nossa idade.
Palavras de Alice Vieira
segunda-feira, maio 19, 2008
CocoRosie em Portugal...
Feira do Livro 2008
sábado, maio 17, 2008
Nos Passos de Magalhães...
segunda-feira, maio 12, 2008
...

Ando a passear pelo Chiado, páro no Largo de São Carlos, olho para uma faixa indicando o local de nascimento de Fernando Pessoa, de repente, baixo o olhar e, eis que, numa montra, uma frase paralisa-me, fico minutos a pensar, "The loser is lost", é verdade estou completamente perdido, sem dúvida. Ando à nora, ao Deus dará, preciso de um sumo de maracujá. Oh!!! Meu Deus, ajuda-me.
domingo, maio 11, 2008
O que ando a ler...
sexta-feira, maio 09, 2008
sexta-feira, maio 02, 2008
quinta-feira, abril 17, 2008
Uma Segunda Juventude...

Um filme muito interessante, baseado em contos de Mircea Eliade. Realizado por Francis Ford Coppola, que é simplesmente um mestre, evidenciando pormenores muito fora do vulgar. A crítica arrasou o filme, classificando-o como um projecto falhado, enfim, opiniões, eu gostei do filme. Youth Without Youth, contém ideias muito curiosas, ou que, pelo menos despertam curiosidade.
quarta-feira, abril 09, 2008
segunda-feira, abril 07, 2008
Haverá Sangue...
sexta-feira, abril 04, 2008
...
Até a Mónica Sintra já tem um livro, isto depois de Tony Carreira também estar nas bancas. Só falta o Nel Monteiro dedicar-se à escrita.
segunda-feira, março 31, 2008
sexta-feira, março 28, 2008
...
Ai... que cabeça no ar, ando pelas estrelas, planetas distantes, de nuvem em nuvem, resta saber se haverá uma queda súbita no planeta terra, e um acordar desta letargia. Estou num processo de franca recuperação à base de limonadas, e de leituras da Bíblia. Credo, valha-nos a virgem Maria e o Chalana.
A Ronda Nocturna...

Em cena no Maria Matos, vale mesmo a pena. Aqui as palavras são como uma arma, uma guerra verbal, frustações expostas, desilusões, reflecte o que passa em muitas relações familiares. Em que há personagens muito centradas no seu ego, mas que acabam por cair num vazio. Excelente trabalho de actores, um cenário muito interessante, tudo isto conjugado origina um bom momento de teatro, como não via há já algum tempo.
segunda-feira, março 24, 2008
Dia Mundial da Poesia
QUASE
Um pouco mais de sol – eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa,
Se ao menos eu permanecesse aquém.
Assombro ou paz? Em vão. Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espumas;
E um grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho – ó dor! – quase vivido.
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim – quase a expansão,
Mas, na minh’alma tudo se derrama,
Entanto, nada foi só ilusão!
De tudo houve um começo e tudo errou
- Ai a dor de ser-quase, dor sem fim -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim
Asa que se elançou mas não voou.
Momentos de alma que desbaratei.
Templos aonde nunca pus um altar
Rios que perdi sem os levar ao mar
Ânsias que foram mas que não fixei.
Se me vagueio, encontro só indícios,
Ogivas para o sol – vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé acobardadas
Puseram grades sobre os precipícios
No ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí.
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi.
..........................................................................
Um pouco mais de sol – e fora brasa,
Um pouco mais de azul – e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa,
Se ao menos eu permanecesse aquém...
Mário de Sá-Carneiro
Um pouco mais de sol – eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa,
Se ao menos eu permanecesse aquém.
Assombro ou paz? Em vão. Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espumas;
E um grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho – ó dor! – quase vivido.
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim – quase a expansão,
Mas, na minh’alma tudo se derrama,
Entanto, nada foi só ilusão!
De tudo houve um começo e tudo errou
- Ai a dor de ser-quase, dor sem fim -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim
Asa que se elançou mas não voou.
Momentos de alma que desbaratei.
Templos aonde nunca pus um altar
Rios que perdi sem os levar ao mar
Ânsias que foram mas que não fixei.
Se me vagueio, encontro só indícios,
Ogivas para o sol – vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé acobardadas
Puseram grades sobre os precipícios
No ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí.
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi.
..........................................................................
Um pouco mais de sol – e fora brasa,
Um pouco mais de azul – e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa,
Se ao menos eu permanecesse aquém...
Mário de Sá-Carneiro
sexta-feira, março 14, 2008
What da Fuck...

PS quer proibir colocação de “piercings” na língua
O PS entregou hoje no Parlamento um projecto de lei que regula o funcionamento dos estabelecimentos que fazem tatuagens e aplicam “piercings”, passando a ser proibida a sua aplicação na língua. Para os menores de 18 anos, o projecto estabelece a total proibição da aplicação de “piercings”, tatuagens e de maquilhagem permanente.
...
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